segue a série do mestre...
http://br.youtube.com/watch?v=CFz-mRzp8zU
a medida da paixão - Lenine
É como se a gente não soubesse
Pra que lado foi a vida
Por que tanta solidão
E não é a dor que me entristece
É não ter uma saida
Nem medida na paixão
Foi, o amor se foi perdido
Foi tão distraido
Que nem me avisou
Foi, o amor se foi calado
Tão desesperado
Que me machucou
É como se a gente presentisse
Tudo que o amor não disse
Diz agora essa afflição
E ficou o cheiro pelo ar
Ficou o medo de ficar
Vazio demais meu coração
Foi, o amor se foi perdido
Foi tão distraido
Que nem me avisou
Foi, o amor se foi calado
Tão desesperado
Que me maltratou
te vejo pelas ruas!
quarta-feira, 21 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
COQUETEL ACAPULCO SEXTA!

" a dança não pode parar!" o pierrot chora mas toca hardcore, o rudeboy segue o ditado e canta... Será que espanta mesmo? Bom, só vamos saber na Sexta! O Bloco indicou, está posto. Excelentes bandas, um local que vale muito a pena conferir o visual e numa sexta onde quase ninguém irá trabalhar. Melhor que isso? Tem sim, Mas até segunda ordem é segredo. Aguardem e acompanhem os eventos.
***
Seguindo cronograma de ontem, mais uma do mestre Lenine.
O dia em que você foi embora (Lenine)
A onda ainda quebra na praia,
Espumas se misturam com o vento.
No dia em que você foi embora,
Eu fiquei sentindo saudades do que não foi
Lembrando até do que não vivi pensando nós dois
Eu lembro a concha em seu ouvido,
Trazendo o barulho do mar na areia.
No dia em que você foi embora,
Eu fiquei sozinho olhando o sol morrer
Por entre as ruínas de santa cruz lembrando nós dois
Os edifícios abandonados,
As estradas sem ninguém,
Óleo queimado, as vigas na areia,
A lua nascendo por entre os fios do teus cabelos,
Por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas
Pois no dia em que você foi embora,
Eu fiquei sozinho no mundo, sem ter ninguém,
O último homem no dia em que o sol morreu
***
Alexa Selicani, minha companheira curitibana erradicada na frança, muito chic ela, fato, me mandou essa brincadeira pra alegrar o meu dia! valeu baby!
10 razões para se ter um baterista
10. They know how to bang (obviously).
9. They are used to doing alot of things at once.
8. They can go really loud and hard, or soft and gentle.
7. They can go any tempo.
6. They have good rythtym.
5. They can handle their sticks well.
4. They know what the sweet spot is.
3. Some of them can handle more than one drum at a time.
2. They love getting attention.
1.If all else fails, they can go solo!
E como todos já sabem... Nos vemos en las calles!
domingo, 18 de maio de 2008
um mestre...
Impressionante a quantidade de amigos que carregam pré-conceito com esse Cabra da Mulésssstia.Lenine na minha opinião é um dos maiores gênios da atualidade quando o assunto é música brasileira. Ontem tive o prazer de conferir o encerramento da turnê deste disco/dvd. SENSACIONAL! Lenine é Funk, Soul, Samba, Maracatu, Jazz... Lenine é, mistura feita com consciência de quem tem o compromisso com a arte. Arranjos cuidados e armados para o rebolado, a dança e o amor. viva a perda de sentidos coletivos por ele proporcionada no dia de ontem. viva... em homenagem, mais que justa e merecida. vou junto aos posts que se seguem colocar umas letras do mestre com alguns possíveis links de videos. a primeira foi o 3º bis de ontem. Paciência.
Lenine - PaciênciaSee ya intha Streets!
http://www.youtube.com/watch?v=QstjWG3LL4k&feature=related
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida e tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei,a vida não para (a vida não para não... a vida
não para)
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Bernardo Negão. Um Apóstolo!
Bumerangue é o efeito
O que for daquela forma, retorna com a mesma intensidade, de modo perfeito
Daquele mesmo jeito
Ação e reação
Tipo João bobo, tipo saco de boxe
O famoso e laureado V. V. (vai e volta)
Tipo engravatado larápio que rouba muito mas não vive sem escolta
Não é punição, não é castigo, meu amigo
Não é maldição nem profecia, minha tia
É só a lei
Desde os tempos em que os tempos não eram contados, já disse rei dos reis
Preste atenção, analise, não é difícil (tudo é vai e volta)
Ação, palavra, pensamento, atitude (tudo é vai e volta)
Metafisicamente, sub-atômicamente falando (tudo é vai e volta) tem responsa pra fazer, tem que ter responsa pra aturar (tudo é vai e volta)
"Faça como os outros apenas aquilo que gostaria que fizessem contigo"
Esse sábio é mais do que batido, antigo, dito popular
Base de quase todas as religiões
Bastante difundido, porém pouco praticado e seguido
Guarda em si um grande segredo, uma constatação: Agressão ao próprio irmão é como dar um tiro no próprio pé, (ou no próprio umbigo), eu digo
Pois, por incrença que parível, não há separação, não há inimigo
E sim, a ignorância aguda, falta de aprendizado e só
Pois somos literalmente parte do mesmo organismo
Como já disse Cristo, a filosofia oriental, o tao, e a física quântica
Esse sim o caminho, o caminho pelo qual o racional cartesiano e o espiritual finalmente se encontram
Preste atenção, analise não é difícil, (tudo é vai e volta),
Ação, palavra, pensamento, atitude, (tudo é vai e volta),
Metafisicamente, sub-atômicamente, (tudo é vai e volta), tem responsa pra fazer, tem que ter responsa pra aturar, (tudo é vai e volta),
Lucro abissal, frescura é ligar pra detonação ambiental (tudo é vai e volta)
Seu pulmão no limite, inverno moderno beira os 40 graus (tudo é vai e volta)
Não divida o bolo, e veja crescer à sua volta o caos (tudo é vai e volta)
Negatividade, positividade: o seletor é você (tudo é vai e volta).
quarta-feira, 14 de maio de 2008
quando a maré encher...
IRON MAN!Sem dúvida nenhuma os roteiros de quadrinhos para filmes estão ficando cada vez mais fidedignos. A prova disso é o Iron Man. Atores mais que perfeitos para as personagens... Vide a Maravilhosa Gwyneth Paltrow no papel de Pepper Potts, aliáis existe uma banda tão maravilhosa quanto a bela com esse nome (droga porque não pensei nessa idéia antes, humpf!), e isso porque ela ocupa um papel de coadjuvante. O figurão de black-tie Tony Stark interpretado por Robert Downey Jr. não poderia estar mais no clima do verdadeiro Stark... recomendações dadas. now sports!
****
Uma visão que me fez pensar... Digo e repito, adoro quando meus amigos se fazem meus poetas.
Amor
(Luiz Henrique Costa)
amor é vício de linguagem
é metáfora gasta
ferro oxidado
amor é senso comum
alguns encontram-no em corpo
outros escondem-no em espírito
amor é cego
ouve pouco
e fala muito
amor aparece como fruto
de uma bela árvore
concebida ao acaso
amor é feito de medo
amamos em nome do medo da falta
amor é intensificado pela diversidade
quanto mais temos
mais amamos
amor é referencial
depende do mais próximo
amor é monocromático
é quente
é vermelho intenso que fadiga
a fadiga é temporária
o amor não tem calendário
te vejo pelas Ruas!
terça-feira, 13 de maio de 2008
infinitivamente gerúndiando pra evitar participar do fato no particípio passado,
pensamentos "soltos" e "desconexos" de mais uma lonnnga madrugada de reflexões.
See ya intha Streets!
sábado, 10 de maio de 2008

Curvas em tons pastéis ilustram daquilo que é feito o peito, as vezes sem jeito, bate e rebate, sente caliente, dói e corrói em sombreados e válvulas mitrais ainda dormentes. latente, é minha vontade de recriar a realidade como Lorde Moldador, mas em meus domínios, apenas vagam vestígios de sonhos que ouso em continuar a sonhar. burlar o consciente é impossível quando suas convicções partem da filosofia vivida, da boêmia arredia, da palavra escrita, escrita no coração. vida aturdida. palavras sofridas de despedidas. em meio a confusão, segue vida.
***
Curvas da Estrada de Santos - Roberto Carlos
Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na Estrada de Santos
E você vai me conhecer
Você vai pensar que eu
Não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade
Só a velocidade anda junto a mim
Só ando sozinho e no meu caminho
O tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda, por favor me acuda
Eu vivo muito só
Se acaso numa curva
Eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo, corrijo num segundo
Não posso parar
Eu prefiro as curvas da Estrada de Santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive e vi pelo espelho
Na distância se perder
Mas se amor que eu perdi
Eu novamente encontrar, oh
As curvas se acabam e na Estrada de Santos
Não vou mais passar
Não, não vou mais passar, oh
Não, não, não, não, não, não
Na Estrada de Santos as curvas se acabam
E eu não vou mais passar
Não, não, não,
Oh, na Estrada de Santos as curvas se acabam
***
Hoje tem Circo Voador, entrem no sítio deles.
Te vejo pelas Ruas!
terça-feira, 6 de maio de 2008
Agradecimentos, curvas pintadas e um motivo à reflexão...

AGRACIADOS FOMOS!
Para os seletos e nunca identificados amigos que leêm este espaço começo o post de hoje agradecendo. Mais uma vez foi possível caminhar como um rude boy, um ativista da cena Ska nacional e porque não dizer mundial, se considerar que vivo na 8a talvez 10a maior cidade do mundo moderno. Os dois shows dos hermanos PALMERAS KANIBALES foram um espetáculo. mais do que simplesmente um show, é muito bom se sentir parte de um coletivo de artistas que pensa pluriculturalidade, etnia, nação, educação e obviamente música de forma semelhante à sua. Por isso, Obrigado aos hermanos, obrigado ao público que compareceu e escreveu comigo mais uma página de realizações no ska mundial.
*****
do site www.inkednation.com quem foi que disse que borboletas não podem ser legais e nem originais?
***
um artigo muito foda do Antonio Prada que já havia postado no meu outro blog e que certamente vale ser colocado aqui.
Bar ruim é lindo, bicho
por Antonio Prada
Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares
meio ruins. Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de cento e
cinqüenta anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de
mais de cento e cinqüenta anos, mas tudo bem).
No bar ruim que ando freqüentando ultimamente o proletariado atende
por Betão – é o garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas,
acreditando resolver aí quinhentos anos de história.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar "amigos" do
garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não
chegam para falarmos de literatura.
– Ô Betão, traz mais uma pra a gente – eu digo, com os cotovelos
apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte dessa coisa linda que
é o Brasil.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte dessa
coisa linda que é o Brasil, por isso vamos a bares ruins, que têm mais
a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gâteau e não
tem frango à passarinho ou carne-de-sol com macaxeira, que são os
pratos tradicionais da nossa cozinha. Se bem que nós, meio
intelectuais, meio de esquerda, quando convidamos uma moça para sair
pela primeira vez, atacamos mais de petit gâteau do que de frango à
passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos
ver uma europazinha bem que ajuda.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, gostamos do Brasil, mas
muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer
bar ruim. Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de
lata, copo americano e, se tiver porção de carne-de-sol, uma lágrima
imediatamente desponta em nossos olhos, meio de canto, meio escondida.
Quando um de nós, meio intelectual, meio de esquerda, descobre um novo
bar ruim que nenhum outro meio intelectuais, meio de esquerda,
freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio
intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso
novo bar ruim.
O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo
freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e
universitárias mais ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha
como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e, um
belo dia, a gente chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem
meio intelectual nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo
artistas, cineastas e, principalmente, universitárias mais ou menos
gostosas. Aí a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha
a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as
universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam
dominó. Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos
dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal
praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na
MTV. Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres
que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente
acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de
Chevette e chinelo Rider. Esse pobre não, a gente gosta do pobre
autêntico, do Brasil autêntico. E a gente abomina a Vejinha, abomina
mesmo, acima de tudo.
Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois
tipos: os que entendem a gente e os que não entendem. Os que entendem
percebem qual é a nossa, mantêm o bar autenticamente ruim, chamam uns
primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira,
introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam cinqüenta por
cento o preço de tudo. (Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por
aquilo que tem cara de barato). Os donos que não entendem qual é a
nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica
imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocando
reggae. Aí eles se dão mal, porque a gente odeia isso, a gente gosta,
como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão Brasil,
tão raiz.
Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda em nosso
país. A cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que
a gente gosta, os pobres estão todos de chinelos Rider e a Vejinha
sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e
bonita e a difundir o petit gâteau pelos quatro cantos do globo. Para
desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda que, como eu, por
questões ideológicas, preferem frango à passarinho e carne-de-sol com
macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca, mas é como se diz lá no
Nordeste, e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o
Nordeste é muito mais autêntico que o Sudeste e preferimos esse termo,
macaxeira, que é bem mais assim Câmara Cascudo, saca?).
– Ô Betão, vê uma cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?
Te vejo pelas Ruas!
Fill
terça-feira, 29 de abril de 2008
FERIADO BOM "A GENTE É QUEM FAZ"
clique na imagem para aumentá-laexplicando tintin por tintin...
02/05 THE BANGARANG V - FESTA DE MUSICA JAMAICANA RETRÔ -
No patois jamaicano "bangarang" significa tumulto, bagunça, muvuca... No Rio de Janeiro, agora é sinônimo de muito Ska, Rocksteady, Early Reggae e Soul, ou seja, uma nova festa na área levantando a temática de música jamaicana dos anos 60 até início de 70, uma pequena réplica dos bailes “Reggae & Soul” que saíram da pequena ilha do Caribe e invadiram os subúrbios da Inglaterra no final da década de 1960.
03/05 CONEXÃO SKA - AUDIO REBEL -
Com o apoio do selo paulistano Radiola Records e da já tradicional casa de Shows e Estúdio Audio Rebel, Conexão Ska é uma iniciativa de uma equipe formada pelos veteranos do ska carioca em busca de visibilidade aos bons sons da ilha caribenha. Em Sua segunda edição na Audio Rebel , Rua Visconde Silva 55 - Botafogo, o evento traz também as bandas Palmeras Kanibales e Coquetel Acapulco, reforçados pela fantástica FANFARRA PARADISO.A Fanfarra Paradiso é uma banda instrumental carioca que adora misturar gêneros e referências musicais diversas em suas composições. Desde o Ska até o Rock setentista, passando pelos arranjos das Big Bands e pelos acordes da MPB: tudo é aproveitado para fazer um som cativante que encanta o público por onde a banda passa. Ou seja nesse feriado tire os sapatos bicolores e os suspensórios do armário pois é hora do Easy Skanking!
Te vejo Pelas Ruas!
terça-feira, 22 de abril de 2008
memória.
Guerrilha de beats de revolução, contra cultura em ebulição, a formação da própria história nas páginas da contradição. Quem somos hoje, o que faremos amanhã? Quem quem de nós estará vivo aqui, para registrar as nossas memórias?
Cachorros loucos e sardentos, malditos-benditos cães pulguentos, cheios de ungüento e ávidos de atenção, artistas de circo amadores, equilibristas da vida, essa arte severina, que na morte cria a vida, que na vida encerra morte e completa o ciclo, severina... que na morte... Que morte?
Que se dane a bela dama de preto, nesse momento não serei tocado pelas suas doces e carinhosas mãos. Quero ver! viver, existir, sobreviver consciente e escrever com as rodas do meu skate, com as baquetas apontadas ao rock n roll, com meus braços e pernas dependurados numa montanha, com o giz na mão realizando a grande façanha! Ser senhor da minha história.
Identidade: Filipote, Memória!
***
Em destaque o sempre bom Lords of Dogtown. Indispensável pra quem é de verdade, pra quem ama a arte, pra quem desliza com sobre as 4 rodinhas com a alma.
***
Novo Drink na área experimente!
Mexican Safire.
01 Dose Tequila Prata
04 pedras de gelo
20 uvas thompson
03 colheres de bar de açúcar.
Preparo: masserar as uvas com açúcae, em seguida coloque o gelo no shaker e a dose de tequila. Shake it até a coqueteleira fcar bem gelada, derrame sobre o copo utilizando o Cuador de Bar. após derramar todo o líquido despeje o gelo e as uvas masseradas sobre o copo.
Copo:
Long Drink;
Decoração:
Uvas cortada sobre a borda do copo e hortelãs dentro do copo.
***
Te vejo pelas Ruas, e se eu estiver de SK8 pode chamar isso de reencontro!
até!
terça-feira, 8 de abril de 2008
zulu nation!
Não apenas das palavras e rimas de MD2 que procede a ZULU NATION. Muito pelo contrário, e pra não cair em reducionismos nada melhor do que transcrever as palavras exatas de seu criador, o filantrôpo, Kevin Donovan mundialmente conhecido pelo codinome de guerra Africa Bambaataa. "a Zulu Nation apóia o conhecimento, a sabedoria, a compreensão, a liberdade, a justiça, a igualdade, a paz, a união, o amor, a diversão, o trabalho, a fé e as maravilhas de Deus." assim sendo, nada mais justo que prestigiar o som desse ativista, ex membro da black Sapades, uma das gangues mais "boladas" de NY. Pai do VERDADEIRO Hip Hop. Salve Bambaataa, Salve a Zulu Nation! mostrando desde 1985 como arte e responsabilidade social podem e devem andar juntas. Consciência, Paz, e Diversão Garantidas nessa sexta feira, na FUNDIÇÃO PROGRESSO! Forte Abraço e até lá!te vejo pelas Ruas!
quinta-feira, 3 de abril de 2008
três minutos de vingança.
Corpo cheio de rancor, vidro quebrado de dor, janela aberta pelo ego com rupturas em torpor iminente. Se faz no presente, nada contente, queria eu que ausente, vertente que não cede ao bom conselho dos céus. "Crééééu" pra usar um bordão popular e sacramentar assim a incrível capacidade deste Ser odiável. Não escutar nada além do próprio Cão deve ser seu maior talento e sua Condenação garantida. Como pôde? Simplesmente porque pode... e faz, sem se importar com nada além de si e seus sentimentos mesquinhos e obcessões "carreiristas". mergulhado no peito, suspeito por sentir demais, me reviro em sentimentos nada amigáveis, me furto , me centro me alcalmo e nada, ainda dói. me incomoda me instiga ao ponto de precisar expor em palavras como um placebo. percebo que de vada vai adiantar... Sei o quanto poderia e não deveria, mas hoje meu coração clama por apenas 3 minutos de vingança.De volta pela inevitabilidade do muito sentir... Ainda sem tempo e incapaz de pensar em todas as boas coisas que gostaria de dividir e postar aqui, mas ainda sim, aqui.
Te vejo pelas Ruas!
terça-feira, 1 de abril de 2008
saí pra tomar um café de mais valia...humpf!
te vejo pelas Ruas!
terça-feira, 25 de março de 2008
antes de mais nada cheers!
***
Agora além da já tradicional coluna de drinks, e links de bandas e blogs, temos também enquetes e destaque da semana, geralmente com algum livro, quadrinho, ou show. Essa semana o destaque vai para Neil Gaiman meu roteirista preferido de histórias em quadrinho adulto e livros. bem vale a pena procurar por SANDMAN, STARDUST, E DIAS DE MEIA NOITE, este último em destaque essa semana. são três pequenos contos nesse volume espetacular no meslhor estilo Neil Gaiman de contar Hitórias: Monstro do Pântano, Constantine e Sandman, o Rei Sonho, de forma magnífica com uma arte visual inspiradora. Confira e Comente.
te vejo pelas Ruas!
quarta-feira, 19 de março de 2008
Bangarang III - Missão Ska
Mais uma edição da já tradicional, e porque não, festa de Ritmos jamaicanos. Sim! com a participação da banda deste que vos escreve, Sim!com participação de nosso mestre de cerimônias, e produtor Lívio, digo DJ LAOS, Sim! com a igualmente lúgubre figura de DJ Juca ( Festa RioBilly e Se essa moda pega) Sim! com banquinha de cds e dvds e afins da Radiola Records o único selo de Ska de nosso País. SIMMM! vc não pode perder!
***
Feriado mais que especial, sexta feira será santificada aos sons de Jah! fiquei olhando pra esse trumpetista e acho que o designer andou olhando pros meus figurinos, rsss; de qualquer modo será um evento de alta "periculosidade" digo qualidade. o melhor dos ritmos jamaicanos com DJs e banda de baile mais caliente da cidada maravilha. O que dizer? nada além de...
Te vejo pelas Ruas!!!
segunda-feira, 17 de março de 2008
Ao terminar Entes Queridos. uma verdade...

Clique na imagem para conseguir ler o quadrinho
Sou sincero de mais pra ser belo e belo demais pra ser sincero,
Dentro de mim sentimentos mudam a cada milésimo de segundo me fazendo permutar transmutar, revirar, e novamente querer de novo aquilo que já não desejava mais.
Sou um falsário da sinceridade ou um vivente da sincera falsidade? O fato é que gostaria de sentir ao menos uma vez mais, como todos dizem que sentem. Sinceramente...
Verdade. A busca pela veracidade absoluta daquilo que está cheia a própria alma. Um certo contador de histórias, das minhas favoritas acabou de me confidenciar com seu mais brilhante protagonista que mesmo a liberdade pode ser uma prisão e que responsabilidades sociais e pessoais se confundem, mas também estão tão distantes quanto a ética e a justiça.
E agora José? E agora Morpheus? Lorde moldador, e agora?! Canto mais uma canção, bebo mais um Bourbon, engordo mais uns poucos quilos e perco outros tantos de preocupação... Com rimas pobres? Sim... Ou talvez não? Piadas em meio à preleção? Certo, chega dessa profusão.
Mudando e gerindo a volta ao ponto de origem, de onde essa caminhada começou. Às vezes tudo que me causo é vertigem. Movimentos perdidos por ao analisar o até hoje vivido. E percebo apenas um coração partido, feliz por ser bem sucedido na tão perseguida tarefa do pouco sentir, e ao sair dessa armadura, confortável como o kama-Sutra, procura uma nova canção segura, repleta de esperança... Que me faça ter paciência, fé no ditado, sentir menos dor... E quem sabe viver e sentir com mais coerência sem tanta interferência do meu próprio ardor?
sexta-feira, 14 de março de 2008
onde o público não é o de todos mas o de ninguém...
há 500 anos seguimos o mesmo itinerário
há 500 anos esta terra dá o que nela se planta
e há 500 anos seguimos com nossa ignorância.
dentro de um país de dimensões continetais, nos sentimos párias, nunca senhores.
sempre nos colocamos como pobres, trabalhadores, coitadinhos, pra sempre sofredores...
há 500 anos este povo não é nação.
há 500 anos nos subjulgamos e nos colocamos nessa condição.
se o Homem é o lobo do Homem, o Brasileiro é o algoz do Brasileiro.
ruim da cabeça, mas sempre muito bom de pandeiro.
difícil apagar a herança dos nossos ancestrais...
mas pra além dos óbvios e magníficos traços culturais, ficou um sentimento, uma dor, um tormento que devia, mas parece não se apagar mais.
do índio que não era mercantilista e perdeu sua esposa, sua rede, e seus peixes. perdeu seu direito aos proprios feixes de lenha, da terra que já não lhe pertencem mais.
do negro que acorrentado ganhou como regalo um cruzeiro trans-oceânico, e bons e longos séculos de servidão e escravidão. Nação? não, para estes ou aqueles, para o Peri ou Zumbi, não meu irmão... Esta terra não é minha não minha e nem sua, nunca foi talvez nunca será?! essa terra é deles. daqueles que de um jeito ou de outro mesmo neste calor usam peles e couro.
de fato, a terra é deles. mas e nós que aqui estamos? por quem esperamos? o messias? o presidente ex-torneiro mecânico? a volta dos ideais de igualdade,irmandade e fraternidade? quando acordar e perceber que o público também é nosso, mesmo que a escritura esteja no nome de outro?
quinta-feira, 13 de março de 2008
Atenção. 1,2,3.... valendo!
Próximo show: Festa da Revista Jukebox!Festa Jukebox - dia 15 de Março (Sábado) - 22h
Com as bandas:
COQUETEL ACAPULCO (seremos a segunda banda a tocar)
Benflos
Terceira Via
DJs: Felipe Fanta + Mr Santana + Renato JX
agitando a pista com o melhor do rock, SKA e soul
R$8 NA LISTA AMIGA A NOITE TODA!
com flyer R$10
normal R$12
Dose dupla de caipirinha e caipivodka até meia-noite;
4 cervejas por R$10 a noite toda.
Cinelapa (Rua Mem de Sá, 13 - Lapa)
Lista amiga em nossa comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3844974
Mp3:
http://www.tramavirtual.com.br/coquetel_acapulco
http://www.myspace.com/coquetelacapulco
te vejo pelas ruas!
quarta-feira, 12 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
novas sinapses. novos beats...
não são meras palavras não é mera coincidência,
essa é a base da minha arte e sigo com coerência,
me levanto sobre beats selecionando as influências.
então não vem de conversa mole, pois isso aí não me comove
o bagulho aqui é sério e nossa luta é contra o império,
revertério, futuro mais que perfeito, nada no pretérito,
o esquema não é mono, é pura explosão em stéreo.
... em processo, vem aí!
te vejo pelas Ruas!

