sábado, 10 de maio de 2008


Curvas em tons pastéis ilustram daquilo que é feito o peito, as vezes sem jeito, bate e rebate, sente caliente, dói e corrói em sombreados e válvulas mitrais ainda dormentes. latente, é minha vontade de recriar a realidade como Lorde Moldador, mas em meus domínios, apenas vagam vestígios de sonhos que ouso em continuar a sonhar. burlar o consciente é impossível quando suas convicções partem da filosofia vivida, da boêmia arredia, da palavra escrita, escrita no coração. vida aturdida. palavras sofridas de despedidas. em meio a confusão, segue vida.

***
Curvas da Estrada de Santos - Roberto Carlos
Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na Estrada de Santos
E você vai me conhecer
Você vai pensar que eu
Não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade
Só a velocidade anda junto a mim

Só ando sozinho e no meu caminho
O tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda, por favor me acuda
Eu vivo muito só

Se acaso numa curva
Eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo, corrijo num segundo
Não posso parar

Eu prefiro as curvas da Estrada de Santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive e vi pelo espelho
Na distância se perder

Mas se amor que eu perdi
Eu novamente encontrar, oh
As curvas se acabam e na Estrada de Santos
Não vou mais passar
Não, não vou mais passar, oh
Não, não, não, não, não, não

Na Estrada de Santos as curvas se acabam
E eu não vou mais passar
Não, não, não,
Oh, na Estrada de Santos as curvas se acabam

***

Hoje tem Circo Voador, entrem no sítio deles.
Te vejo pelas Ruas!

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