Geração Video Clip. já falamos dissso aqui, aiai essa preguiça pós almoço me consome. Mais tarde eu "verbifico". Esse aew é do Malvados, tá nos links do lado direito. Chega lá, dá um confere!Te Vejo Pelas Ruas!
Geração Video Clip. já falamos dissso aqui, aiai essa preguiça pós almoço me consome. Mais tarde eu "verbifico". Esse aew é do Malvados, tá nos links do lado direito. Chega lá, dá um confere!
Eu dou para Idiotas: Blog da Pati, uma guria de BH sem muitas papas na língua e com um texto sarcasticamente maravilhoso. Uma aula de como as mulheres poderiam se resolver, ou pelo menos tentar se entender. Todos deveriam ler. Os Homens para aprender a conquistar as gurias, e as gurias pra não serem tão tão tão.
Kaly é uma linha de xaropes para drinks da Stock, aquela marca que faz os licores no Brasil que você vê em 90% dos bares por aí. Em diversos sabores, a intenção é trazer pro Brasil um pouco da cultura dos drinks adoçados sem açúcar e dos licoros sem álcool. Como havia mencionado antes, essa semana estive em uma loja de biritas, a Planeta Sonho, em Copacabana, em busca de uma cachaça para meu cunhado, quando me deparei com essa colorida linha da Kaly. Quinze minutos depois de ler rótulo de quase todos os sabores, pensar nas bebidas que eu tinha no bar de casa e nas possibilidades com frutas nacionais, eu optei pelo Kaly de maçã verde. Um xarope bem versátil de fácil diluição e sem aquele "after taste" de aspartame ou diabete líquida que é costumeira em licores e xaropes nacionais. Os xaropes Kaly são uma novidade no mercado e por conta disso o seu preço não é tão doce quanto seu conteúdo. Mas é possível achá-los por uma média de 25 a 30 pinguélis. Eu particularmente acho que é um diferencial absurdo para quem gosta de drinks de sabor e efeitos visuais como eu. Sem maiores delongas vamos ao mix que eu fiz. Um Drink montado extremamente simples, refrescante, muito colorido e bem interessante para aqueles que querem impressionar na confecção de um drink.
Há muito procuro um momento como o de hoje neste blog. Obtive um diálogo para além da formalidade do: "poha manero". Excelente porque Sr. Sieber jogou na roda outro ponto de vista, e me convenceu. Como é fácil abandonar a esperança diante do quadro nefasto. Valeu por dentre outras coisas me mostrar o contrário.
Hoje entro em uma sala de aula pra fazer vestibular Estácio de Sá - Logística. Resultado em 30 minutos. Parece piada né? Mas é uma escolha acertada. Torçam! haha Atualizando o POST: PASSEI!
O mundo é globalizado, as informações circulam na velocidade do pensamento. Somos arrebatados com uma imensa gama de possibilidades e de entretenimento. No entanto, nosso filtro seletivo "midiático", "mediônico" e "mediocre", opa falei, e não filtro crítico, nos dá doses focais de amenidades. A overdose do momento são os especiais do Michael Jackson. Enquanto isso, o Golpe militar de Honduras corre sem maiores transtornos na Central América Latrina. Latrina mesmo, porque se fosse Central, Latina ou só América tenho certeza que golpes militares como este sofreriam uma ação diplomática diferenciada da ONU, OTHAN, EUA e todas essas siglas bacanas que alguns de nós ouvimos muito falar quando se tratam de países árabes e de maioria muculmana.
Muddy Waters, Howlin Wolf, Etta James, Chuck Berry. Acho que já vale dedicar 90 minutos de vida para esses aew. Artistas talentosos mas sobretudo Humanos. Uma coisa que a hipocrisia midiática de hoje não nos permite ser publicamente. HUMANOS.
Buenos! Hoje o Guanabara Ska Clube, meu projeto de ska tradicional jamaicano, sobe mais uma vez aos palcos da magnífica festa The Bangarang. Acompanhados dos estreantes porém nada inocentes amigos do Don Robalo, banda que conta com ex integrantes do Coquetel Acapulco e Dinamáquina, e os Selectas Laos e Juca do the Bangarang SoundSystem faremos uma noite pra fazer buraco no chão de tanto dançar! Nos vemos lá e me paguem uma cerveja!Insatisfeito. Acho que não existe palavra melhor pra definir o estado humano de transitoriedade. Se é bom ou ruim, eu só vou saber ao final do jogo, mas tenho ligeira impressão que sim. Quero o ska e o rock, o Samba e o funk, cantar e tocar bateria biritar e ter uma vida mais saudável; Não me venha com aquele papo de auto ajuda hyypado de buteco de ipanema em fim de tarde sobre equilíbrio, Como diria Mr.Little Joy, “Eu gosto é do estrago”. É acabou-se o texto! Por quê? Porque estou insatisfeito com ele ora bolas, corrones de mi padre, e antes que nele dê um fim, selecione e o apague, o encerro pra ter certeza que poderei tirar proveito dele em algum momento. Ou eternizar minha insatisfação. FUCK!
Te vejo pelas Ruas!