sábado, 24 de setembro de 2011

ROARMAG.ORG

Poucas coisas me tem feito refletir como este espaço na Internet. Um grito de união e esperança para os conscientes, um chamado aos indiferentes, uma ferramenta de luta a ser usada em prol da humanidade.

Confiram o documentário. 

Hoje e mais do que nunca... See Ya Intha Streets!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Do the ska: Coquetel Acapulco [Brazil]

Do the ska: Coquetel Acapulco [Brazil]: "A good band from Rio de Janeiro. This is case when the band's name clearly conveys the sound that band plays. This is a cocktail, and it wa..."

Site da Gringa divulgando Coquetel! Iradis.

domingo, 17 de abril de 2011

bandcamp.com

É meu passatempo musical do momento, milhares de artistas independentes com muita coisa pra download livre. Uma das milhares que ando escutando lá. destaque pra versão de valerie da Amy Winehouse.


See ya intha Streets!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

EP novo do Coquetel Acapulco!

Novo disco da minha banda o Coquetel Acapulco. 3 faixas pra sacudir os corações. Copyleft. Enjoy!



Te vejo pelas Ruas!

domingo, 30 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Amarras

Potencializando, maquinando, arquitetando regurgitando idéias e pessoas... Cuidado! Você pode ser o próximo.

Chico Turjillo frutos de minhas audições latinas da semana, Cumbia Cabron!
Eis um artigo dos caras na Wikipedia sobre o melhor disco deles segundo meu cumpadre baixista e amante dos ritmos latinos Léo mahfuz. Vamos de som!


Te veo en las Calles!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

2011 - um ano de sucesso - Good Vibes!

Começa assim: uma bela festa de ano novo, videos e fotos memoráveis, uma pilha de discos pra ouvir, uns 3 livros na espera e uns dois livros de bateria pra estudar. Isso pra não falar da nossa 1ª mulher presidente. 2011 começa bem! Cheers;

Te vejo pelas Ruas!
See ya intha Streets!
Te veo en las calles!

domingo, 3 de outubro de 2010

A vida se faz nos entreatos

e tenho dito...

Maria Rita Kehl - O Estado de S.Paulo

Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.

Se o povão das chamadas classes D e E - os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil - tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.

Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por "uma prima" do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.

Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da "esmolinha" é político e revela consciência de classe recém-adquirida.

O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de "acumulação primitiva de democracia".

Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.

Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.


Te vejo pelas Ruas!

sábado, 24 de julho de 2010

Há pouco mais de 2 anos ganhei o melhor presente de aniversário do mundo. Nossa repassando tudo que rolou nesse meio tempo parece uma pequena eternidade... Dois aninhos juntos desde 20 julho de 2008. Luv ya my baby pirate!


Hoje bebemoro meus 30 anos na Soul Baby Soul com The Bangarang Sound System! Som de Preto all night long pra todo gosto!


Te Vejo Pelas Ruas!

domingo, 18 de julho de 2010

Extratos de outras vidas binárias

Sem tempo pra escritos, e publicações aqui. A vida está muito mais fora dos bytes nesse segundo semestre. Volto logo, dando uma repaginada aqui.


"Querido diário": Vinho quente, mandadine vodka, frango com cravos e laranja, omelete 2 queijos, chocookie, e friooooo por todo o final de semana e até uma letra nova. Nada disso se justifica se não for com ela. Acho que estou apaixonado pela minha esposa rs!